DENÚNCIA: Servidora de Itaperuna enfrenta via-crucis judicial para tratar Parkinson enquanto Prefeitura ignora proximidade de clínica conveniada
Imagem ilustrativa ITAPERUNA – O que deveria ser um direito básico garantido pela Constituição tornou-se uma batalha judicial e física para uma servidora pública municipal de Itaperuna. Em contato com nossa redação, ela informou que, há um ano, luta contra o avanço do Mal de Parkinson e contra a burocracia da Secretaria de Saúde, que parece ignorar suas limitações motoras. A barreira da autorização: Diante da demora excessiva para conseguir vaga na rede municipal, a servidora buscou socorro em uma clínica particular, mas que possui convênio com o município . A escolha não foi por acaso: além de ser uma clínica conveniada ao CONSPNOR e CISNOVO, fica próxima à residência da paciente, um fator crucial para quem sofre com a extrema dificuldade de locomoção imposta pela doença. No entanto, para que o tratamento fosse transferido de forma regular, é necessária uma autorização formal da Secretaria de Saúde — documento este que nunca chegou voluntariamente. O descaso foi tamanho que a família ...