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Alcolumbre anuncia sessões para discutir e votar fim da escala 6x1

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Plenário votará proposta no 1º turno na próxima semana   O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (6) um calendário de deliberação e votação em plenário da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6x1 e da redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Segundo Alcolumbre, a decisão cumpre os acordos políticos que haviam pactuado com diversos senadores. Ele garantiu que vai cumprir o exato rito regimental exigido para a votação da PEC, que inclui cinco sessões deliberativas antes da votação no primeiro turno da matéria. Na prática, portanto, serão cinco dias de debates ao longo desta e na próxima semana, até que a matéria seja votada possivelmente no dia 15 de outubro.  "O meu desejo é cumprir integralmente o rito constitucional, sem atropelos, sem acelerar nada, cumprir terça, quarta e quinta as sessões de discussão. A partir daí, organizar novamente uma pauta para semana que vem termos sessões terça, quarta e qui...

O Brasil que não votou pode decidir quem vai governar o Brasil

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 Por Fred Boechat | O Progresso   A eleição presidencial deste domingo deixou uma mensagem que não pode ser ignorada: Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na frente de Lula, mas uma parcela gigantesca do Brasil simplesmente não apareceu para votar . E talvez seja justamente a chave para entender — e aí mudar eventualmente — o resultado que saiu das urnas. Enquanto os candidatos contabilizam seus milhões de votos, existe um verdadeiro “terceiro eleitorado” formado por brasileiros que chegaram às urnas. Estamos falando de quase um quarto do eleitorado . Gente que, por diferentes motivos, não votou. São milhões de brasileiros que ficaram fora da fotografia oficial da eleição, mas que podem voltar a ser protagonistas no segundo turno. E é preciso dizer com todas as letras: esse contingente não é propriedade eleitoral de Lula . Não existe nenhuma série matemática que permita transformar abstencionistas em votos petistas automaticamente. Mas também seria engenhosidade políti...

Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação

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As crianças não podem digitar voto ou revelar opção do eleitor   Os pais acompanhados de crianças devem ficar atentos no dia da votação. A legislação eleitoral permite que os pequenos sejam acompanhantes na hora da votação. No entanto, dentro da cabine, quem deve digitar os números na urna é o eleitor. Além de não poder interferir na votação, a criança também não pode comprometer o sigilo do voto.  Já os participantes com deficiência ou mobilidade reduzida têm direito garantido ao acompanhamento no momento da votação e ao uso de recursos de acessibilidade na urna eletrônica. Nesse caso, as normas determinadas pela justiça eleitoral ( resolução TSE nº 23.751/2026, art. 140 ) dão permissão para que o cidadão entre na cabine de votação reunida por uma pessoa de sua escolha, independentemente do tipo ou da causa das limitações. O auxílio ao eleitor não exige cadastro ou exigência de notificação junto ao juiz eleitoral. Cabe ao presidente da mesa receptora, na seção eleitoral, ava...

Últimas pesquisas colocam Lula na frente na véspera do 1º turno

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A véspera do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 terminou com uma fotografia de forte equilíbrio entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) , mas com o presidente aparecendo numericamente à frente na maior parte dos principais levantamentos divulgados neste sábado (3). PoderData, CNT/MDA, Datafolha e Quaest colocaram Lula na liderança dos votos válidos, enquanto o Gerp apresentou Flávio numericamente à frente. A diferença entre os dois, porém, permanece dentro da margem de erro em vários dos levantamentos, o que impede qualquer instituto de transformar os números em uma previsão segura do resultado das urnas. O PoderData/Aya , primeiro dos grandes levantamentos divulgados neste sábado, mostrou Lula com 45% dos votos válidos , contra 43% de Flávio Bolsonaro . Foram entrevistadas 4 mil entrevistas entre 30 de setembro e 2 de outubro, com margem de erro de 1,5 ponto percentual. Na prática, a vantagem de dois pontos coloca os candidatos em situação de emp...

Multidão ocupa rua Augusta no encerramento da campanha de Lula em São Paulo

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  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, encerrou neste sábado (3) a campanha para o primeiro turno das eleições com uma caminhada na região da avenida Paulista, em São Paulo. Ao lado dos aliados, Lula fez um discurso de mobilização da militância e relacionou a disposição para continuar na política à existência de uma causa. "A minha causa é o povo brasileiro. A minha causa é a educação. A minha causa é a soberania brasileira", disse Lula. Ato deste sábado (3) ocupou vários quarteirões da rua Augusta, próximo à avenida Paulista, em São Paulo (SP) | Crédito: Ricardo Stuckert Em seu discurso, o presidente lembrou o fim do ministério do Trabalho e da Indústria e Comércio durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022) e voltou a se referir à eleição como uma oposição entre democracia e barbárie. O presidente fez, ainda, críticas às investigações do bolsonarismo e envolveu a Previdência Social e o sistema financeiro. Ao citar o banqueiro Daniel Vorc...